segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Cinco pessoas já foram presas pela Polícia Militar acusados na participação do assassinato do Vigia

Cinco pessoas já foram presas, pela Polícia Militar (PM), no sábado, acusados na participação do assassinato do vigilante Antônio Laurindo Gonçalves, de 57 anos, na madrugada de sexta-feira (08), no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) que fica na rua 7 de janeiro no Bairro Mendonça Clark, em Parnaíba. Com informações do jornal da Parnaíba 


Após tomar conhecimento do crime, uma guarnição militar, composta pelo tenente Daniel e pelo sargento Farlon Machado, iniciou investigações. Ao saber que um dos autores do assassinato seria um jovem apelidado de "Zé Galinha", o sargento Farlon Machado recordou que dispunha da cópia de um mandado de prisão em desfavor de Mateus Ferreira dos Santos, de 22 anos, que tem esse apelido, e seu endereço fica no rua Vera Cruz, no bairro São José. Na rua Vera Cruz, e lá os militares efetuaram a prisão de Mateus.


Bicicleta roubada do vigia Antônio Laurindo Gonçalves.

Após a prisão de duas mulheres acusadas de participar do crime sendo uma delas menor de idade, uma guarnição da Polícia Militar, comandada pelo sargento Jesus Carvalho, foram até um esconderijo em uma casa abandonada às margens do rio Igaraçu, apontado por Tainara Santos Lima e prenderam Bryan de Araújo Veras, 22 anos, suspeito na participação da morte do vigilante.



No momento da prisão os policiais tiveram que conter a ação de moradores que revoltados tentavam linchar Bryan que é foragido da Colônia Agrícola Penal Major César Oliveira. Ele foi algemado e levado para Penitenciária Mista de Parnaíba, onde Lauro Pio forneceu o mandado de prisão contra Bryan.



Outro acusado preso foi Maicon Douglas Araújo. Ele foi encontrado na própria residência, que fica na Rua Travessa Luís Correia, no bairro Mendonça Clark. Ele conduzido para a Central de Flagrantes de Parnaíba.
Tainara foi denunciada pela própria mãe que entrou em contato com o quartel, via Copom, relatando que sua filha tinha chegado em casa lesionada e com uma bicicleta que pertencia ao vigia assassinado. Após a prisão, Tainara confessou o crime e deu o nome dos outros sete participantes.